1. Nunca deixe gasolina velha nos tanques. A oxidação que ocorre no combustível antigo pode entupir os dutos do motor. Trinta dias de armazenamento é um prazo razoável.

2. Motor sem uso pode gerar problemas. Ligue mensalmente seu motor por alguns minutos. Esta operação pode ser feita inclusive fora da água, com uso do "telefone" (aparelho para injetar água e possibilitar a refrigeração).

3. Após cada uso em água salgada, "adoce" o motor. Isto é, faça-o funcionar em água doce por alguns minutos. Lave-o por fora e por dentro e não deixe umidade na parte interna. Após a secagem você pode pulverizar com vaselina líquida, silicone ou outro lubrificante.

4. Periodicamente retire o hélice e engraxe o eixo, calços e porca de fixação. Ao recolocar, certifique-se do aperto correto e da colocação da trava para evitar a saída da porca.

5. A carenagem do motor, além de proteção é responsável pela estética e demonstra os cuidados do dono. Seu estado de conservação tem muita influência no valor de revenda.

6. Lave e encere periodicamente o motor. Só evite passar cêra no anodo de sacrifício (peça fixada junto ao cavalete ou na rabeta, que evita oxidação). O desgaste dessa peça é normal e significa que ela está exercendo sua função.

7. Cuidado com as aproximações para embarque e desembarque de passageiros em áreas rasas. Uma batida no fundo pode entortar o hélice ou leme. tome maior cuidado ainda com o transporte fora da água.

8. No transporte rodoviário do barco com o motor, verifique se ele está apoiado no suporte de tráfego.

.9. Nos motores de 2 tempos, use a mistura óleo/gasolina na proporção correta indicada no manual. Nos motores carburados prefira óleo com especificação TCW-3. Nos motores com injeção eletrônica use o óleo especificado pelo fabricante. Nos motores 4 tempos, o ideal é trocar o óleo a cada 6 meses.

10. Tome cuidados com a instalação do motor. Altura e ângulo correto proporcionam desempenho e economia na navegação. Use o passo correto do hélice. A escolha certa proporciona ao motor atingir o giro máximo na aceleração máxima.

Fonte: Revista Pesca Esportiva

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